CONDIÇÕES PULMONARES DE JOVENS FUMANTES DE NARGUILÉ E JOVENS FUMANTES DE CIGARRO ELETRÔNICO

Autores

  • Laura Dalboni Chagas Centro Universitário São lucas
  • Daniel de Almeida Campos Centro Universitário São Lucas
  • Cintia Campos Costa Centro Universitário São Lucas
  • Gustavo Tavares de Queiroz Centro Universitário São Lucas
  • Vitângela Freitas Figueiredo Centro Universitário São Lucas

DOI:

https://doi.org/10.36692/V15n2-09

Palavras-chave:

Cigarro eletrônico, narguilé, fumantes, sequelas pulmonares.

Resumo

Introdução – Atualmente, já se reconhece que o tabaco é responsável por várias doenças, tais como: Câncer, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), doença coronariana, hipertensão arterial etc. No entanto, vem se popularizando o uso de narguilé e cigarro eletrônico entre os jovens, sendo que os malefícios destes dispositivos vêm sendo estudados. Objetivo - Avaliar as condições pulmonares de jovens entre 18 e 30 anos tabagistas de narguilé e cigarro eletrônico. Métodos – O estudo é de caráter descritivo e quantitativo, sendo realizado com amostra de 33 voluntários divididos em três grupos de 11 cada, sendo um grupo narguilé, um grupo cigarro eletrônico e um grupo narguilé e cigarro eletrônico. Todos foram submetidos a medição da força muscular respiratória, avaliação do pico de fluxo expiratório e a um questionário para saber sobre frequência, dependência e tempo de consumo. Esta pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa em Seres Humanos no Centro de Ensino São Lucas, sob o protocolo 5.781.599/2022. E todos os participantes da pesquisa assinaram os termos de consentimento livre e esclarecido. Resultados – Na avaliação do pico de fluxo expiratório o grupo narguilé apresentou média de 400,30 ±168,61 l/min, o grupo cigarro eletrônico média de 358,17 ±96,06 l/min e o grupo narguilé e cigarro eletrônico média de 265,75 ±101,76 l/min. Os resultados da força muscular respiratória, foram de PImáx de 84,84 ±30,91 e PEmáx de 66,66 ±26,33 para o grupo narguilé; PImáx de 113,32 ±25,42 e PEmáx de 79,69 ±37,84 para o grupo cigarro eletrônico; PImáx de 94,54 ±33,27 e PEmáx de 69,99 ± 27,10 para o grupo narguilé e cigarro eletrônico. Conclusão – O uso do narguilé e cigarro eletrônico resulta em prejuízo às condições pulmonares, comprovado pela diminuição significativa do pico de fluxo expiratório e redução na força muscular respiratória.

Biografia do Autor

  • Laura Dalboni Chagas, Centro Universitário São lucas
    Discente do Curso de Fisioterapia do Centro universitário São Lucas
  • Daniel de Almeida Campos, Centro Universitário São Lucas
    Docente do curso de Fisioterapia do Centro Universitário São Lucas
  • Cintia Campos Costa, Centro Universitário São Lucas
    Docente do curso de Fisioterapia do Centro Universitário São Lucas
  • Gustavo Tavares de Queiroz, Centro Universitário São Lucas
    Docente do curso de Fisioterapia do Centro Universitário São Lucas
  • Vitângela Freitas Figueiredo, Centro Universitário São Lucas
    Docente no curso de Fisioterapia do Centro universitário São Lucas

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Publicado

2023-06-20

Edição

Seção

Artigo Original

Como Citar

Chagas, L. D., Campos, D. de A., Costa, C. C., de Queiroz, G. T., & Figueiredo, V. F. (2023). CONDIÇÕES PULMONARES DE JOVENS FUMANTES DE NARGUILÉ E JOVENS FUMANTES DE CIGARRO ELETRÔNICO. Revista CPAQV - Centro De Pesquisas Avançadas Em Qualidade De Vida , 15(2). https://doi.org/10.36692/V15n2-09