FATORES MOTIVACIONAIS E QUALIDADE DE VIDA DE DEFICIENTES PRATICANTES DE CORRIDA DE RUA

Autores

  • Alenice Aliane Fonseca Núcleo do Grupo de Pesquisa em Inclusão, Movimento e Ensino a Distância (NGIME), Faculdade de Educação Física e Desporto, Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil. https://orcid.org/0000-0003-4154-041X
  • Maria Clara Brant Rocha Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.
  • João Gustavo Rocha Brant Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.
  • Luiza Drumond Borges de Andrade Faculdade de Medicina, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (Puc Minas), Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.
  • Ariade Gomes Freitas Faculdade de Medicina, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (Puc Minas), Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.
  • Hérica Francine Pinto Meneses Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), Montes Claros, Minas Gerais, Brasil.
  • Josiane Santos Brant Rocha Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), Montes Claros, Minas Gerais, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.36692/V16N1-16

Resumo

O objetivo deste estudo é identificar os fatores motivacionais de adesão às competições de corrida de rua (CR) e sua influência na qualidade de vida (QV) de pessoas com deficiência. Trata-se de estudo descritivo de abordagem quantitativa e transversal, realizado com deficientes participantes de CR da cidade de Montes Claros/Minas Gerais. As características motivacionais foram avaliadas através do Sport Motivation Scale na versão portuguesa (SMS-BR), e a QV avaliada através da Abbreviated Version of the World Health Organization Quality of Life – WHOQOL-bref. A motivação intrínseca (MI) é maior significativamente do que a motivação extrínseca (ME) (p=0,000), sendo a motivação para experiências empolgantes maior que todas as MI e ME. Observou-se que a dimensão regulação externa da ME apresentou uma correlação negativa com o domínio físico de QV (r= -0,42; p=0,017). Houve também uma correlação moderada entre a MI para conhecer a modalidade e a qualidade nas relações sociais (r= 0,45; p=0,027). Atletas deficientes são motivados intrinsecamente para a prática da CR, sobretudo, acerca da motivação para experiências empolgantes. Além disso, os deficientes relatam satisfação com a QV, com ênfase aos domínios psicológicos e físicos, onde o seu bem-estar físico se sobressai as recompensas e prêmios das competições, sendo a CR uma modalidade atrativa para os deficientes e que possibilita interações sociais.

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Publicado

2024-03-07

Edição

Seção

Artigo Original