TRAUMA DENTAL E OS TRATAMENTOS EM DENTES PERMANENTES IMATUROS

Autores

  • Sheila Absalão Azevedo
  • Antônio Fabrício Alves Ferreira
  • Vinicius Ribeiro Monteiro
  • Noemi de Oliveira Souto
  • Leandro Rodrigues de Sena
  • Valeria Ferreira Cândido
  • Luana da Silva Nascimento
  • José Ivo Antero Júnior
  • Lara Ferreira Barroso
  • Laís Veras de Sousa

DOI:

https://doi.org/10.36692/V16N1-26R

Resumo

O manejo dos dentes permanentes imaturos traumatizados representa um grande desafio para terapia endodôntica, principalmente quando estes são diagnosticados com necrose pulpar. A complexidade do tratamento aumenta de acordo com o tipo de injúria sofrida, suas combinações e o intervalo de tempo entre a lesão recebida e a procura pelo tratamento. As terapias endodônticas regenerativas vêm sendo adotadas e visam a obtenção do reparo da polpa danificada através do desenvolvimento e formação de novo tecido pulpar. Essa revisão da literatura teve como objetivo analisar o trauma dental e os tratamentos em dentes permanentes jovens determinando as possibilidades terapêuticas em dentes com polpa viva (apicigênese), com polpa morta (apicificação) e analisar o protocolo clínico da revascularização pulpar. Para isso, foi realizada uma seleção de artigos sobre o trauma dental e os tratamentos em dentes permanentes jovens. Entre os critérios de inclusão, escolhemos estudos publicados em língua portuguesa e inglesa, selecionados entre os anos de 2009 e 2021. Como critérios de exclusão, descartou-se artigos que não apresentaram informações relevantes sobre o tema proposto. Conclui-se que a revascularização se tornou uma alternativa promissora, principalmente nos estudos mais atuais onde se utilizaram células-tronco o que gerou grandes possibilidades de se alcançar uma regeneração pulpar verdadeira. 

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Publicado

2024-03-01

Edição

Seção

Artigo de Revisão