ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM JUNTO AS FAMILIAS DE CRIANÇAS COM TRANSTORNO MENTAL

Autores

  • Dayanne Pereira
  • Glécia Catherine Alves Cardoso
  • Ivana Aparecida Mendes Veloso
  • Larissa Mota de Oliveira
  • Francielle Alves Barbosa
  • Renata Mesquita Pimenta
  • Andressa da Cruz Almeida Sales
  • Vanessa Souza Murça Oliveira
  • Simone Queiroz Cordeiro
  • Marcos Dângelis Aguiar
  • Agna Soares da Silva Menezes

DOI:

https://doi.org/10.36692/V16N1-23

Resumo

Objetivo: Discutir a atuação da enfermagem junto às famílias de crianças com transtorno mental. Metodologia: Trata-se de uma pesquisa descritiva com corte transversal e análise quantitativa. A população do estudo foi constituída por 21 profissionais da saúde da família do município de Montes Claros. A coleta de dados foi realizada de forma online através do Google Forms. Resultado: Participaram do estudo 21 profissionais, sendo 19 (90,5%) pertencentes ao sexo feminino. Com relação à faixa etária 13 (61,90%) indivíduos com idade até 30 anos. Quanto ao grau de formação, 10 (47,62%) com segundo grau completo ou graduação incompleta, 3 (14,29%) possuem especialização. Relacionadas à formação específica para atuar na área de Saúde Mental, a maioria dos profissionais (80.95%) julgaram que a sua formação atende este público-alvo. Relacionado aos problemas de aceitação por parte da família, 76,19% dos participantes relataram terem vivenciado esta situação; 66,67% apontaram dificuldades no cuidado por parte dos pais; 85,71% relatam à importância da interação no atendimento as crianças com transtorno mental e sua família. Frente à opinião dos participantes, apenas 23,81% acreditam que os profissionais necessitam de mais especializações. Conclusão: é crucial priorizar a educação permanente dos profissionais da Atenção Básica para apoiar as suas práticas de cuidado em saúde mental.

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Publicado

2024-03-01

Edição

Seção

Artigo Original

Como Citar

ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM JUNTO AS FAMILIAS DE CRIANÇAS COM TRANSTORNO MENTAL. (2024). Revista CPAQV - Centro De Pesquisas Avançadas Em Qualidade De Vida , 16(1), 8. https://doi.org/10.36692/V16N1-23