TOXOPLASMOSE EM PESSOAS VIVENDO COM HIV

Autores

  • Pedro Augusto Barbosa Silva Universidade Federal de Jataí
  • Rafael Alves de Souza Universidade Federal de Jataí
  • Ana Carolina de Souza Aranha Universidade Federal de Jataí
  • Rafaela Lins Abib Universidade Santo Amaro (UNISA)
  • Gabriela El Bazi Universidade Evangélica de Goiás (UniEvangélica)
  • Giulia Aiello Prestes Savieto Universidade Metropolitana de Santos (Unimes)
  • Giovana Kazue Barreto Shono Centro Universitário Integrado
  • Ályfe Kerix Gontijo Clemente Universidade de Rio verde (Unirv)
  • Mariana Pereira Batista Universidade de Rio verde (Unirv)
  • Eduarda Massa Sartori Faculdade de Medicina de Sorocaba - PUC-SP
  • Henrique Nogueira Coelho Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz (FAG)
  • Isabela Rêgo Barros de Andrade Universidade de Pernambuco (FENSG)
  • Caroline Mayumi Oliveira Ueda Centro Universitário Governador Ozanam Coelho(UNIFAGOC)

DOI:

https://doi.org/10.36692/V16N2-33R

Resumo

O vírus da imunodeficiência humana é um vírus que quando presente em uma pessoa, se não tratado, pode cursar com imunossupressão  e logo, a possibilidade de infecções oportunistas. A toxoplasmose é um protozoário chamado Toxoplasma gondii que pode ser encontrado em dejetos dos gatos, solo ou carnes mal cozidas. A maioria dos casos se manifesta de forma assintomática, porém, em pessoas imunossuprimidas, pode-se apresentar manifestações clínicas e complicações. O objetivo é analisar as possíveis complicações da infecção da toxoplasmose em pacientes com HIV e os benefícios do tratamento para prevenção dessas complicações. Trata-se de uma revisão narrativa dos últimos 5 anos, do período de 2019 a 2024, utilizando a base de dados: Medline e Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS). Os descritores utilizados foram “toxoplasmose” “HIV” “coinfecção” “tratamento”. Mostrou-se que a infecção de toxoplasmose em pacientes com HIV aumenta as chances de desenvolver complicações, principalmente neurológicas, nesses indivíduos. Complicações essas que vão desde encefalite toxoplásmica, até coma e óbito. Mostrou-se também que o tratamento adequado com uso das terapias antirretrovirais reduz a chance de infecções oportunistas, além disso o tratamento profilático primário minimiza as chances de desenvolver complicações quando indicado e o tratamento profilático secundário evita a remissão da doença. Nessa perspectiva, nota-se que a coinfecção aumenta o risco de desenvolver complicações e o tratamento é importante para diminuir ou até mesmo prevenir o desenvolvimento da doença.

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Publicado

2024-05-19

Edição

Seção

Artigo de Revisão