VISÃO DAS GESTANTES SOBRE A IMPORTÂNCIA DO PRÉ-NATAL ODONTOLÓGICO NOS PSFs DE CHOROZINHO-CE

Autores

  • Nayane Vieira de Sousa Pimentel Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira-UNILAB
  • Hugo Pimentel da Costa Faculdade Paulo Picanço
  • Maria Vandia Guedes Lima Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira-UNILAB
  • Antônia Francieuda Pinheiro Cavalcante Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira-UNILAB
  • Rosiane Barros Pereira Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira-UNILAB
  • Ana Beatriz da Silva Lemos Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira-UNILAB
  • Francisca Pereira Paiva Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira-UNILAB
  • Danilo Sávio Rocha Cavalcante Júnior Faculdade Terra Nordeste-FATENE
  • Francisco Valdemy Acioly Guedes Centro Universitário INTA – UNINTA
  • Francisca Gleiciane Leite Alves Faculdade Kurius

DOI:

https://doi.org/10.36692/V16N2-9

Resumo

No início, a saúde no Brasil estava voltada a prática de ações curativas que se faziam ineficientes diante das necessidades da população. Entretanto, com a criação do Sistema Único de Saúde (SUS), essa desigualdade visualizada na assistência à saúde em anos anteriores fosse alterada, e fizesse com que a Equipe de Saúde Bucal passasse a fazer parte do acompanhamento das gestantes durante o pré-natal, estimulando uma prevenção precoce durante esse período. Porém, mesmo com essa adesão, a busca pelo atendimento ainda é limítrofe, justificando esse estudo no qual buscou elencar os possíveis motivos que levam as gestantes a não adesão ao pré-natal odontológico. Para isso, para obtenção de dados, foi realizado uma pesquisa por meio de um questionário semiestruturado abordando os possíveis motivos para a não adesão a esse serviço. Os dados obtidos foram convertidos em porcentagens e para verificar sua significância, foram importados para o Jamovi. A partir dos resultados foi percebido que não é a falta de informação que proporciona uma baixa procura pelo acompanhamento odontológico pelas gestantes, mas sim os preconceitos, mitos e incertezas sobre o que os procedimentos realizados poderiam gerar na gestação. Além disto, ficou evidenciado que não existe uma relação significativa do nível de escolaridade e busca pelo tratamento odontológico durante o período gestacional, mostrando mais ainda que o processo de desmistificação é necessário, sendo preciso um enfoque maior de políticas públicas para auxiliar esse grupo para que se possa alcançar resultados satisfatórios e uma maior adesão a esse serviço.

Downloads

Publicado

2024-05-08

Edição

Seção

Artigo Original