DESIGUALDADE SOCIAL E SEUS IMPACTOS NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UMA BREVE REVISÃO DE LITERATURA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.36692/V16N2-46R

Resumo

Introdução: a desigualdade social já se tornou real no sistema educacional, e estão cada vez mais aprofundadas no contexto escolar. Objetivo: o presente estudo teve como foco avaliar a desigualdade social e seus impactos nas aulas de Educação Física. Método: para tanto foi realizada uma revisão da literatura com análise qualitativa. A amostra foi constituída por artigos publicados entre os anos de 2017 a 2021, selecionados de forma criteriosa nos sites indexados PubMed, Google Acadêmic, Scielo e Medline, utilizando os descritores: inclusão social, vulnerabilidade e Educação Física, conectados pelo modulador boleano “and”. Resultados: dados tem demonstrado que a inclusão digital evidencia as diferenças alarmantes das realidades das famílias brasileiras em um país tão desigual. Por isso, condições de acesso a recursos digitais segue sendo um assunto urgente pois é um fator limitante para muitos alunos que não tem condições financeiras e estruturas para tecnologia em casa. Conclusão: ao final foi possível depreender que embora a permanência da pobreza e miséria presente no Brasil, famílias de baixa renda acreditam e esperam do governo para sobreviverem, principalmente famílias onde crianças e jovens se fazem presentes, é cada vez mais necessário a cobrança por igualdade social independente da renda familiar que se encaixam.

Biografia do Autor

  • Flávia Alves Silva, Universidade Estadual de Montes Claros – Unimontes

    Graduada em Educação Física pela Universidade Estadual de Montes Claros – Unimontes, Montes Claros, MG, Brasil

  • Miriam Rodrigues Sobral, Faculdade de Saúde e Humanidades Ibituruna – FASI

    Graduanda em Odontologia pela Faculdade de Saúde e Humanidades Ibituruna – FASI, Montes Claros, MG, Brasil. 

  • Ana Monique Gomes Brito, Universidade Estadual de Minas Gerais – Unimontes

    Mestre pelo Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde (PPGCS) pela Universidade Estadual de Minas Gerais – Unimontes.

  • Vinicius Dias Rodrigues, Universidade Estadual de Montes Claros – Unimontes

    Doutor pelo Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde (PPGCS) pela Universidade Estadual de Minas Gerais – Unimontes

  • Walter Luiz Moura, Universidade Estadual de Minas Gerais – Unimontes

    Mestre em Ciência da Motricidade Humana pela Universidade Castelo Branco – RJ. 

  • Saulo Daniel Mendes Cunha, Universidade Estadual de Minas Gerais – Unimontes

    Doutor pelo Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde (PPGCS) pela Universidade Estadual de Minas Gerais – Unimontes.

  • Mariana Rocha Alves, Universidade Estadual de Minas Gerais – Unimontes

    Mestre em Medicina (Neurologia) pela Universidade Federal Fluminense – RJ. 

  • Jessica Viviam Viriato Ribeiro, Hospital das Clínicas Mário Ribeiro da Silveira

    Enfermeira no Hospital das Clínicas Mário Ribeiro da Silveira. Montes Claros, MG, Brasil. 

  • Wellington Danilo Soares, Faculdade de Saúde e Humanidades Ibituruna - FASI E Universidade Estadual de Montes Claros - Unimontes

    Doutor em Ciências da Saúde pela Universidade Estadual de Montes Claros – Unimontes. Docente no curso de Nutrição na Faculdade de Saúde e Humanidades Ibituruna – FASI. Montes Claros, MG, Brasil. E-mail: wdansoa@yahoo.com.br. ORCID: https://orcid.org/0000-0001-8952-9717

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Publicado

2024-05-21

Edição

Seção

Artigo de Revisão