SÍNDROME DE TAKOTSUBO SECUNDARIA AO FEOCROMOCITOMA: UMA REVISÃO DE LITERATURA

Autores

  • Caroline de Caldas Pereira Bona Universidade Federal do Delta do Parnaíba
  • Adriano José Rêgo Barbosa Universidade Federal do Delta do Parnaíba -UFDPar
  • Camilla Athaides Carvalho Cerqueira Universidade Federal do Piauí - UFPI
  • Lauro Vinicius Evangelista Ferreira Soares Universidade Federal do Delta do Parnaíba -UFDPar
  • Claudiana Veras de Brito Universidade Federal do Delta do Parnaíba -UFDPar
  • Arthur Felipe Dias Universidade Federal do Delta do Parnaíba -UFDPar
  • Wendell Moreira de Oliveira Universidade Federal do Delta do Parnaíba -UFDPar
  • Debora Maria Rios Malta Universidade Federal do Delta do Parnaíba -UFDPar
  • Thaylan Vieira de Sousa Universidade Federal do Delta do Parnaíba -UFDPar
  • João Gabriel Pinheiro de Menezes Universidade Federal do Delta do Parnaíba -UFDPar
  • Denys Leandro Viana Garcia Universidade Federal do Amapá - UNIFAP
  • Nayze Lucena Sangreman Aldeman Universidade Federal do Delta do Parnaíba -UFDPar

DOI:

https://doi.org/10.36692/V16N2-57R

Resumo

Introdução: A Síndrome de Takotsubo (ST), comumente precipitada por eventos emocionais ou físicos, compartilha características clínicas com o infarto agudo do miocárdio, mas sem doença arterial coronária significativa. O feocromocitoma, ao secretar catecolaminas, pode desencadear síndromes cardiovasculares graves, incluindo a ST. Esta revisão busca explorar a relação entre essas duas condições.. Metodologia: Uma revisão integrativa foi realizada utilizando bases de dados indexadas entre 2019 e 2024. Foram selecionados 20 artigos que abordavam a relação entre ST e feocromocitoma, considerando critérios de inclusão e exclusão. Resultados e discussão: Os artigos revisados destacaram casos de pacientes com ST associada ao feocromocitoma, demonstrando a importância do diagnóstico diferencial e do tratamento adequado. A presença de feocromocitoma deve ser considerada em pacientes com ST, especialmente naqueles com história de hipertensão maligna. A colaboração entre cardiologistas e endocrinologistas é crucial para o diagnóstico precoce e manejo adequado da ST secundária ao feocromocitoma, visando evitar complicações graves e melhorar os resultados clínicos. Conclusão:  A associaçaõ entre a TS e o feocromocitoma é um desafio diagnóstico crucial devido à sua apresentação sintomática complexa e ambiental fatal.No entanto, há uma lacuna na literatura sobre a epidemiologia dessa associação, destacando a necessidade de mais pesquisas nessa área.

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Publicado

2024-05-30

Edição

Seção

Artigo de Revisão