O IMPACTO DA ATIVIDADE FÍSICA PARA PREVENÇÃO E TRATAMENTO DA DOENÇA DE PARKINSON

Autores

  • Pedro Augusto Barbosa Silva Universidade Federal de Jataí (UFJ) https://orcid.org/0000-0002-7231-0388
  • Enmilly Gonçalves Pereira Luna da Silva Discente de Medicina do Centro Universitário de João Pessoa- UNIPÊ https://orcid.org/0009-0000-0930-3081
  • Maria Eduarda Corrêa Godoy Discente de Medicina da Faculdade de Ciências Médicas de São José dos Campos - Humanitas
  • Mariana Vieira da Silva Discente de Fisioterapia da Estácio de Sá https://orcid.org/0009-0008-6338-4650
  • Lucas Luiz Fitipaldi Ferreira Discente de Medicina da Universidade Cesumar - UniCesumar https://orcid.org/0009-0005-4062-3629
  • Leonardo Carnino Marcolina Discente de Medicina da Universidade Luterana do Brasil - ULBRA https://orcid.org/0009-0004-8890-2590
  • Larissa Alves da Silva Residente em Emergências Clínicas e Trauma da Universidade Santo Amaro - UNISA
  • Iago dos Reis e Silva Egresso de Medicina da Universidade de Vila Velha - Espírito Santo
  • Henrique Marques da Silva Varge Egresso da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP)
  • Gabriel Barbosa de Carvalho Matos Egresso do Centro Universitário de Patos de Minas - MG e Residente em Cirurgia Geral pelo HC-UFMG
  • Francisca Andreza Passos Silva Discente de enfermagem da Universidade Federal de Campina Grande, Cajazeiras, Paraíba, Brasil
  • Anna Gabriely de Novaes Pereira Discente de Farmácia do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro
  • Alice Telles Brahm Discente de Medicina da Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) https://orcid.org/0009-0005-1398-383X
  • Vivian Kaori Orikassa Discente de Medicina da Universidade Federal do Paraná (UFPR)

DOI:

https://doi.org/10.36692/V16N2-60R

Resumo

A Doença de Parkinson é uma doença neurodegenerativa progressiva que se evidencia mais nos idosos. Ela está relacionada à redução da dopamina. A diminuição desse neurotransmissor no corpo estriado pode se manifestar com comprometimentos motores primários como tremor, bradicinesia, instabilidade postural e rigidez. Embora a doença não tenha cura, há tratamentos que podem auxiliar na prevenção e diminuição da velocidade de progressão da doença, como no caso da prática de atividade física. O objetivo deste estudo é analisar o impacto que a atividade física apresenta para a prevenção e tratamento da Doença de Parkinson. Trata-se de uma revisão narrativa dos últimos 5 anos, do período de 2019 a 2024, utilizando a base de dados: Medline e Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde(LILACS). Os descritores utilizados foram "atividade física" "doença de parkinson" "prevenção". Notou-se que a prática de atividades físicas de intensidade moderada a intensa está relacionado a diminuição da incidência da Doença de Parkinson. Além disso, evidenciou-se uma redução da velocidade de progressão da doença com essa prática através da diminuição do acúmulo de proteína α-syn, da perda neuronal dopaminérgica, dos mecanismos pró-inflamatórios e do aumento dos fatores neurotróficos. Nessa perspectiva, a prática de atividade física mostrou-se um importante fator protetor não só para prevenção, como também para o tratamento da Doença de Parkinson.

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Publicado

2024-06-03

Edição

Seção

Artigo de Revisão

Como Citar

Barbosa Silva, P. A., Gonçalves Pereira Luna da Silva, E., Corrêa Godoy, M. E., Vieira da Silva, M. ., Luiz Fitipaldi Ferreira, L. ., Carnino Marcolina, L. ., Alves da Silva, L. ., dos Reis e Silva, I. ., Marques da Silva Varge, H. ., Barbosa de Carvalho Matos, G., Andreza Passos Silva, F. ., de Novaes Pereira, A. G., Telles Brahm, A. ., & Kaori Orikassa, V. . (2024). O IMPACTO DA ATIVIDADE FÍSICA PARA PREVENÇÃO E TRATAMENTO DA DOENÇA DE PARKINSON. Revista CPAQV - Centro De Pesquisas Avançadas Em Qualidade De Vida , 16(2). https://doi.org/10.36692/V16N2-60R