ABORDAGENS MODERNAS NO DIAGNÓSTICO E MANEJO DA ALERGIA À PROTEÍNA DO LEITE EM PACIENTES PEDIÁTRICOS

Autores

  • Taiani Albea Lago
  • Paulo Andre Climaco Ruiz
  • Caroline Fassaluci
  • Maria Clara Correia Vilela
  • Guilherme Luiz Marcondes
  • Isabela Saito Moreira
  • Júlia Favero Sironi
  • Joao Vitor Marosin de Oliveira
  • Renato Rego da Silva
  • Lissandra Andrea Nadalini Mauá
  • Eduardo Lopes Carreiro de Alencar
  • Bianca Rodrigues Oliveira
  • Laís Albuquerque Borges
  • Kaylani Ortmann Strada

DOI:

https://doi.org/10.36692/V16N2-27R

Resumo

A alergia à proteína do leite de vaca (APLV) é uma condição comum em bebês e crianças, com uma prevalência de aproximadamente 3% na população infantil em países desenvolvidos, podendo causar deficiências nutricionais se não for tratada adequadamente. Esta revisão buscou analisar os avanços recentes no tratamento da APLV em crianças, baseando-se em ensaios clínicos randomizados. Foi conduzida uma pesquisa abrangente utilizando o PubMed, considerando critérios como estudos controlados e randomizados, artigos publicados nos últimos 02 anos (2021-2023), disponibilidade do texto completo e foco no manejo da APLV em crianças. Os resultados demonstraram que a imunoterapia oral em crianças com APLV resultou em taxas mais altas de testes de provocação alimentar oral negativos, juntamente com uma redução nos níveis de IgE específicas ao leite de vaca e maior consumo de leite ao longo do tempo, sem efeitos colaterais graves. Além disso, a fórmula à base de aminoácidos (AAF) foi bem tolerada por pacientes com APLV, sendo uma opção dietética eficaz para crianças com formas mais graves da doença ou que não respondem bem às fórmulas hidrolisadas. Por último, o produto proteico iAGE foi considerado seguro em crianças com APLV, embora a evidência de seus benefícios seja limitada com a formulação atual.

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Publicado

2024-04-01

Edição

Seção

Artigo de Revisão