ABORTO ESPONTÂNEO: DIRETRIZES PARA UM DIAGNÓSTICO EFICAZ

Autores

DOI:

https://doi.org/10.36692/V16N2-42R

Resumo

Este estudo conduziu uma revisão sistemática focada no diagnóstico eficaz do aborto espontâneo, analisando sinais, sintomas e tecnologias diagnósticas como a ultrassonografia (USG). A pesquisa comparou a eficácia do ultrassom transvaginal com o ultrassom abdominal e investigou o impacto de fatores de risco como idade, histórico médico e estilo de vida no diagnóstico precoce do aborto. Utilizando uma metodologia qualitativa, foram revisados artigos selecionando estudos que implementam protocolos de triagem para a detecção precoce e o manejo apropriado do aborto espontâneo. Os resultados enfatizaram a necessidade de diagnóstico precoce e preciso para um manejo eficaz, destacando o risco aumentado em gestantes com condições de saúde preexistentes e uso de múltiplas medicações. O estudo destacou a relevância do ultrassom transvaginal para diferenciar o aborto espontâneo de outras condições gestacionais e identificar riscos anatômicos específicos. A análise também sublinhou a importância de abordagens de tratamento integradas e personalizadas, que envolvem a colaboração entre diferentes especialidades médicas para otimizar os resultados clínicos e melhorar a qualidade de vida das pacientes. O artigo ressalta a necessidade de diretrizes baseadas em evidências para o tratamento e diagnóstico do aborto espontâneo, incorporando estratégias diagnósticas avançadas e cuidados clínicos apropriados para reduzir a incidência de abortos espontâneos. Ademais, enfatiza a importância da vigilância contínua e do diagnóstico precoce para prevenir complicações a longo prazo, apontando para a necessidade de mais pesquisas para explorar os mecanismos subjacentes e aprimorar estratégias de tratamento.

 

Biografia do Autor

  • Ana Elisa Rodrigues Germiniani, Faculdade de Medicina de Itajubá - FMIT

    Faculdade de Medicina de Itajubá - FMIT, Graduanda em Medicina

  • Ana Luiza Bernardes Henriques Amaral, Universidade São Judas Tadeu - USJT

    Universidade São Judas Tadeu - USJT, Graduanda em Medicina

  • Beatriz Maria Mesquita de Mello e Silva, Universidade Estadual do Maranhão (UEMA)

    Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), Graduanda em Medicina

  • Emily Moraes Schild Brauner, Centro Universitário Max Planck - Unimax

    Centro Universitário Max Planck - Unimax, Graduanda em Medicina

  • Flavia Victória Rodrigues Gonçalves, Fundação Dom André Arcoverde (FAA)

    Fundação Dom André Arcoverde (FAA), Graduanda em Medicina

  • Kauany Sousa Aguiar, Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro

    Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro, Graduanda em Medicina

  • Karen Duran Muniz, Centro Universitário Serra dos Órgãos (UNIFESO)

    Centro Universitário Serra dos Órgãos (UNIFESO), Graduanda em Medicina

  • Laira Teles Rios, UNINTA

    UNINTA - Graduanda em Medicina

  • Leidiane Xavier de Freitas, Universidad central UNICEM

    Universidad central UNICEM – Medicina

  • Letícia Altoé Sessa, UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL DA BAHIA/UFSB

    UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL DA BAHIA/UFSB, Graduanda em Medicina

  • Maria Heloisa De Souza Cunha, UNIFACISA, Graduando em Medicina

    UNIFACISA, Graduanda em Medicina

  • Mariana Brunetto, Universidade Positivo - UP

    Universidade Positivo - UP, Graduanda em Medicina

  • Milena Maria Leão Terrell, Faculdade de Ciências Médicas de Três Rios FCMTR

    Faculdade de Ciências Médicas de Três Rios FCMTR, Graduanda em Medicina

  • Priscila Luiza dos Santos, Faculdade Santa Marcelina (FASM)

    Faculdade Santa Marcelina (FASM), Graduanda em Medicina

  • Valéria Gadelha de Oliveira, UNICHRISTUS

    Médica pela Unichristus e Médica da Família pela ESP-Ce

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Publicado

2024-05-21

Edição

Seção

Artigo de Revisão