EXERCÍCIO FÍSICO, NEUROPLASTICIDADE E ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO

Autores

  • Luciana Mendes Oliveira PPG Neurologia. Universidade Federal Fluminense. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
  • Thiago Renee Felipe Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN, Mossoró – RN.
  • Fernanda Naiane Leal Amaral Centro Universitário da Amazônia – UNAMA
  • Vitor Manoel de Sousa da Silva Christus Faculdade do Piauí – CHRISFAPI.
  • Jheniffer Alves Silva Centro Universitário FAMETRO – Manaus, AM
  • Fernanda Prado de Mello Centro Universitário Alfredo Nasser- UNIFAN

DOI:

https://doi.org/10.36692/V16N1-6R

Palavras-chave:

Neuroplasticidade, Acidente Vascular Cerebral, Exercício Físico.

Resumo

Introdução: A neuroplasticidade é a reorganização e readaptação cerebral de maneira funcional e estrutural em resposta às necessidades presentes, cuja adaptabilidade é fundamental para restauração e instaurações de novos comandos em casos de lesões centrais, bem como no acidente vascular encefálico (AVE). Objetivo: Buscar na literatura quais os estímulos a partir do exercício físico que geram neuroplasticidade em pacientes de pós AVE. Materiais e métodos: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura. Foram utilizadas as seguintes palavras-chave: "neuroplasticidade" "acidente vascular cerebral" e "exercício físico", bem como os seus sinônimos e traduções, conforme os descritores em ciência de saúde (DeCS/MeSH). Utilizamos duas bases de dados, a PUBMED e a Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e consequentemente o operador booleano AND. Foram incluídos 11 artigos entre os anos de 2008 até 2023. Resultados: Diferentes assuntos foram abordados, efeito do exercício na neuroplasticidade, ativação de rede neural, na concentração de BDNF, efeitos na cognição, neuromecânicos e funcionais e saúde cardiovascular. Um dos grandes desafios para assegurar boa gestão do treinamento para o paciente com Acidente Vascular Cerebral é controlar e entender como o exercício físico age no processo da doença. Conclusão: O exercício físico traz por si só uma série de benefícios em grande parte das funções que o AVE causa declínio funcional e desordem fisiológica. Quando combinado com outras formas de intervenções trazem importantes desfechos para a saúde e recuperação do paciente potencializando sua recuperação.

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Publicado

2024-02-10

Edição

Seção

Artigo de Revisão