MANEJO CIRÚRGICO DE TRAUMATISMOS CRANIOENCEFÁLICOS EM CRIANÇAS EM UNIDADES DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA

Autores

  • Neife Jorge Francis Neto

DOI:

https://doi.org/10.36692/V16N2-43

Palavras-chave:

Trauma, Clínica, Manejos, Pediatria, Intervenções.

Resumo

Introdução: O traumatismo craniano encefálico (TCE) é um problema comum em emergências em todo o Brasil e no mundo. A morbimortalidade é significativamente reduzida ao considerar e tratar o problema imediatamente. A Organização Mundial da Saúde (OMS) define o TCE como qualquer lesão que possa causar danos ou problemas funcionais no couro cabeludo, crânios, meninges ou encéfalo. Objetivos: construir um perfil epidemiológico dos pacientes com TCE na infância. Métodos: estudo retrospectivo, quantitativo e descritivo de prontuários de pacientes com traumatismo crânio encefálico internados em um hospital de médio porte da serra catarinense com alta complexidade em urgência e emergência em 2017. Idade, sexo, mês da ocorrência, procedência (cidade), local do acidente, mecanismo do acidente, transporte pré-hospitalar, escala de coma de Glasgow (ECG), tipo de lesão, exames de imagem, internação em UTI, necessidade de neurocirurgia , transferência interhospitalar e tempo de permanência hospitalar foram todas as variáveis ​​coletadas. Resultados: Os 50 prontuários explorados mostraram TCE predominantemente masculino (53%), entre 6 e 10 anos (33%), em abril (18%), em casa (52%), por queda de altura (24%) e Lages (62% ). A maioria dos indivíduos teve TCE moderado (72%), uma tomografia computadorizada de crânios (80%) e apenas tratamento clínico (98%). A duração média de internação no hospital foi de um a três dias (80%). Destes 2% dos pacientes morreram. Conclusões: o perfil desses pacientes indica a necessidade de ações de prevenção, como a eliminação dos fatores de risco e a criação de um protocolo mais atualizado para atender aos pacientes que sofrem desse agravo.

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Publicado

2024-04-01

Edição

Seção

Artigo Original